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Por que meu concorrente está lotado e eu não?

Se você já se pegou olhando o movimento do concorrente e se perguntando por que ele está lotado enquanto o seu negócio está parado, este artigo é pra você. Vamos abordar os pontos que podem estar afastando os clientes e como trazer mais gente pro seu restaurante, clínica, loja ou oficina.

Dono de restaurante estabelecido (não boteco) na Baixada Santista

Tem uma pergunta que provavelmente já passou pela sua cabeça mais de uma vez: por que o cara da mesma rua, vendendo basicamente o mesmo prato, com preço parecido e salão até menor, vive com o restaurante cheio enquanto o seu trabalha com metade da casa ocupada? Você conhece a comida dele. Não é melhor. Conhece o time dele. Não é mais experiente. E mesmo assim, na sexta de noite, é o nome dele que tá no boca a boca da cidade.

Essa diferença custa caro. Cadeira parada não paga aluguel, não paga garçom, não paga a conta de gás. Cada mês que passa nesse ritmo, você tira do bolso pra cobrir buraco que não era pra existir, e ainda fica com aquela sensação chata de que tá fazendo tudo certo (comprando bem, treinando equipe, cuidando do salão) e o resultado simplesmente não aparece.

Acontece a mesma coisa em clínica de estética, oficina, pet shop, consultório, loja de roupa. O dono fica remoendo, acha que é sorte do concorrente, acha que o cara “tá torrando dinheiro em anúncio”, acha que o público mudou. Quase nunca é isso. Na prática, o vizinho do outro lado da rua entendeu três ou quatro coisas simples que você ainda não entendeu, e dá pra virar esse jogo em poucos meses. Bora destrinchar.

O cliente escolhe o mais fácil de achar

Essa é a primeira pancada que dói. O dono acha que o cliente faz uma pesquisa cuidadosa, compara, lê avaliação, pesa custo-benefício. Não faz. O cliente faz o seguinte: pega o celular, digita “pizzaria perto de mim” ou “manicure Santos” ou “oficina Guarujá Volkswagen”, olha os três primeiros resultados e clica num. Se aparecer foto boa, avaliação acima de 4,5 e o lugar tiver cara de aberto, ele liga ou vai.

Se o seu negócio não aparece nesses três primeiros, você não existe pra esse cliente. Ponto. Pouco importa se a sua comida é melhor, se o seu técnico tem 20 anos de casa, se a sua estrutura é mais limpa. O cliente nunca vai descobrir isso porque ele não vai chegar até você.

O concorrente lotado só é mais visível que você.

Google Meu Negócio é o ponto que quase todo mundo ignora

A maior parte dos donos de negócio local da Baixada acha que “estar no Google” é ter um site bonito. O que decide se você aparece naquela busca de “perto de mim” é o seu perfil do Google Meu Negócio (aquele bloco que aparece com mapa, foto, avaliação, horário).

E esse perfil, no negócio que tá vazio, geralmente está assim: foto de 2019, horário desatualizado, três avaliações no total, nenhuma resposta do dono, descrição genérica do tipo “restaurante familiar com ambiente acolhedor”.

Já o concorrente lotado faz o básico bem feito. Olha o que dá pra ajustar no seu perfil ainda hoje:

Não é coincidência que o concorrente esteja cheio. O Google literalmente entrega o perfil dele primeiro pra quem busca na região.

A vitrine digital pesa mais que a vitrine física

Antigamente, o cliente passava na frente da sua loja, olhava pela janela e decidia entrar. Hoje ele passa na frente do seu Instagram. Se a sua última publicação é de três meses atrás, se as fotos estão tortas, se não tem story salvo mostrando o lugar funcionando, ele acha que você fechou. Sério, ele acha que você fechou.

O concorrente lotado posta toda semana. Não precisa ser produção de cinema. É foto do prato saindo, vídeo curto do cliente elogiando, story do movimento do sábado à noite. Essa repetição cria uma coisa simples na cabeça de quem mora no bairro: aquele lugar tá vivo, tá funcionando, tá cheio. E lugar cheio atrai mais gente cheia. É um efeito manada que joga a favor de quem aparece com frequência.

Anúncio pago é como você chega em quem ainda não te conhece

Tem dono que fala “anúncio é pra empresa grande, eu vivo de indicação”. Indicação é ótima, segura o negócio nos primeiros anos. Só que indicação tem teto. Os seus clientes atuais indicam pra um círculo limitado de gente. Quando você quer crescer, precisa chegar em quem nunca ouviu falar de você.

E aí entra o anúncio no Instagram e no Google. Bem feito, mostrando o seu negócio só pra quem mora perto, na faixa de idade que costuma comprar de você, custa pouco e coloca a sua marca na frente de centenas de pessoas que moram a 2km da sua porta.

Pra você ter ideia do que isso vira na prática, um caso comum que a gente vê com pizzaria de bairro: investimento de R$ 45 por dia em anúncio no Instagram (R$ 1.350 no mês), com peça mostrando a pizza saindo do forno e botão direto pro WhatsApp. Em mês cheio, isso costuma gerar entre 60 e 90 pedidos novos (gente que nunca tinha comprado ali). Ticket médio de R$ 80 dá faturamento extra entre R$ 4.800 e R$ 7.200. Tira o custo do anúncio e o custo do produto, ainda sobra uma boa margem. E o melhor: parte desses clientes novos vira recorrente e passa a pedir todo mês sem precisar de novo anúncio.

A gente já viu coisa parecida em outros ramos da Baixada. Salão de cabelo em São Vicente que tava com 40% da agenda livre durante a semana, depois de três meses ajustando perfil e rodando anúncio de bairro, fechou janeiro com agenda lotada de terça a sábado. Clínica de estética no Embaré que vivia de indicação, começou a aparecer no Google pra “limpeza de pele Santos” e dobrou a quantidade de primeira consulta no mês. Oficina no Guarujá especializada em carro importado que mal tinha telefone tocando, hoje agenda com uma semana de antecedência.

O concorrente lotado provavelmente faz uma conta parecida. Você não vê o anúncio dele porque ele não aparece pra você. Mas tá rodando.

A experiência do primeiro contato decide se ele volta

Suponha que você arrumou a parte digital, o cliente novo chegou. O que acontece quando ele liga? Atende no terceiro toque ou cai na caixa postal? Quando ele manda mensagem no WhatsApp, responde em 5 minutos ou em 4 horas? Quando ele chega no balcão, é recebido com sorriso ou com cara de “mais um”?

Esse detalhe parece bobo, mas é o que faz o cliente decidir se volta e se indica. O concorrente lotado treinou (mesmo que sem perceber) o atendimento pra ser rápido e simpático. Você, que tá com tempo sobrando, às vezes atende mal justamente porque tá nervoso, preocupado, cansado de ver mesa vazia. É um ciclo cruel: quanto pior você se sente com o vazio, pior você atende o pouco que chega, e pior fica o boca a boca.

Você está medindo a coisa errada (ou não está medindo nada)

Pergunta simples: dos clientes que entraram no seu negócio essa semana, quantos vieram do Instagram, quantos do Google, quantos por indicação, quantos passando na rua? Se você não sabe, você tá no escuro. E no escuro você gasta dinheiro com a coisa errada, faz panfleto que ninguém pega, paga rádio que não traz cliente nenhum, e abandona o canal que tava começando a funcionar.

O concorrente lotado, mesmo sem ser nenhum gênio do assunto, geralmente sabe responder isso. Ele pergunta pro cliente “como você ouviu falar da gente?”. Anota numa planilha simples. No fechamento do mês, ele sabe que 40% vem do Google, 30% de indicação, 20% do Instagram. E aí ele reforça onde tá funcionando.

Como a FlipX trata isso na prática

Quando um dono de negócio local da Baixada chega na FlipX com essa dor (“meu concorrente tá cheio e eu não”), a gente não promete milagre em 7 dias. O processo é mais ou menos esse:

Passo 1: diagnóstico do que tá visível hoje. A gente olha o seu Google Meu Negócio, o seu Instagram, o seu site (se tiver) e compara com 3 ou 4 concorrentes diretos da mesma região. Mostra na tela pra você onde tá a diferença. Geralmente o dono leva um susto porque nunca tinha parado pra olhar lado a lado.

Passo 2: arrumar a casa antes de anunciar. Quando você joga dinheiro em anúncio com o perfil quebrado, acontece o seguinte: o cliente clica, cai num Instagram morto ou num Google com 3 avaliações velhas, desconfia e vai embora. Você pagou pelo clique e não levou ninguém pra dentro. Por isso a FlipX primeiro organiza o Google Meu Negócio (foto, horário, categoria, descrição, pedido ativo de avaliação pros clientes atuais), depois deixa o Instagram com cara de negócio vivo, com post semanal e story de rotina.

Passo 3: anúncio focado em bairro e em ação. A gente sobe campanha no Instagram e no Google mostrando o seu negócio só pra quem mora ou trabalha perto, com foto ou vídeo do produto/serviço de verdade e chamada pra WhatsApp ou pra agenda. Começa pequeno, mede, ajusta.

Passo 4: relatório que o dono entende. Toda semana você recebe um resumo simples: quantas pessoas viram, quantas clicaram, quantas chamaram no WhatsApp, quanto custou cada uma. Sem palavra difícil, sem gráfico enfeitado. Você lê em 3 minutos e sabe se tá valendo.

A ideia da FlipX é ser parceiro de longo prazo de quem tem negócio na Baixada Santista. A gente ganha quando o seu negócio enche, então o jogo é alinhado.

Pra fechar

Se você terminou de ler isso e bateu aquela sensação de “é exatamente isso que tá acontecendo comigo”, já é um bom sinal. Significa que o problema tem nome e tem solução. O concorrente da esquina só começou antes a cuidar dessas três ou quatro coisas que a gente conversou aqui.

Se você quiser bater um papo sem compromisso, me chama. A gente olha junto o seu caso, sem pressão de fechar nada na hora. Às vezes uma conversa de 30 minutos já clareia bastante o caminho.

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